Haikai: quando menos é mais

Haikai: quando menos é mais

Haikai: quando menos é mais

O haikai é simples, é belo. Por ser uma poesia curta, uma forma poética breve, ele “fisga” nossas crianças e jovens, de imediato. Eles acham que, porque é curto, é rápido, é simples, logo, é ineressante. Afinal, eles fazem parte de uma geração que privilegia o ritmo frenético das raves e baladas, do zapping na tv, dos videoclips, do messenger e suas breves e abreviadas mensagens… dos torpedos… Então, sua brevidade acaba sendo um grande atrativo inicial. Mal sabem eles que, embora de aparência minimalista, o haikai esconde um mundo… um mundo infinito de possibilidades!

 

Haikai com sushi

O haikai tem tido uma aceitação muito parecida com a da culinária japonesa entre os nossos pares. É como o sushi, o temaki, o uramaki, o sashimi, o yakisoba: é muito bem recebido aqui no Brasil. Afinal, hoje, em São Paulo, há mais restaurantes japoneses do que pizzarias. Muito curioso, se a gente for pensar na peculiaridade das cozinhas brasileira e nipônica.

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